Duas amigas, que não se viam há tempos, marcaram de se encontrar.
- Amiga! Quanto tempo! Que saudades de você!
- Também, querida! Não podemos deixar de nos ver por tanto tempo!
Depois de um longo abraço apertado, as duas se sentaram à mesa do barzinho que costumavam freqüentar nos áureos tempos para colocar o papo em dia:
- Tempo bom, não é amiga! Lembra daqui? Quantas histórias... Quantas risadas...
- Abafa, amiga, abafa o caso! (risos)
- Miltinho! Traz dois chopes garotinho no capricho!
- Garotinho, amiga?
- Ah, é! A gente não é mais como antes. Temos que ir com calma.
Um garotinho...
Dois garotinhos...
Três garotinhos...
- Miltinhooo!!! Faz o seguinte: para você não se cansar muito, agora traz o pai do garotinho!
- É na nossa idade a gente prefere os mais velhos.
...
- Mas, amiga, você está ótima! Uma pele, que minha mãe do céu!
- E você, com essa barriga de tanquinho que dá raiva!
Um pai do garotinho...
Dois pais do garotinho...
Três pais do garotinho...
- Amiga...
- Oi...
- Envelhecer é um porcaria.
- Também acho.
- Ai, vou te dar um toque, amiga: Você está precisando de umas aplicações de botox...
- A sua safada, não falou que minha pele estava ótima?
- A pele tá, mas as rugas não. Você tá com um galinheiro no canto do olho.
- Hahaha!!!
...
- Amiga, sabe sua barriga de tanquinho?
- Sei! A que você morre de inveja?!
- Então, depois da lipo seu umbigo ficou parecendo um hífen...
- Hahaha!!!
- Poxa, tem cientista aí inventando tanta coisa, podiam inventar botox via oral, não?! Imagina que belezinha: tomar um pouco e “lift” na hora! Hahaha!
- Imagina se fosse botox com formol! “Lift” total e cabelos lisos na hora!
- É, e todos os cabelos!
- Hahaha!
...
- Ai, ai...
...
- Amiga...
- Hein...
- Seu pinto é doméstico?
- O quê?!
- Seu pinto, seu homem, é doméstico?
- Tá louca, o que é pinto doméstico?!
- É aquele tipo que só cisca em casa.
- Hahaha!!!
- Bom, espero que sim!
...
- Amiga...
- Fala...
- Melhor que pinto americano, não?
- P@#%, que diabo é isso?!
- Pinto americano adora uma guerra.
- Hahaha!!!
...
- Tem o pinto grego também.
- Hein?
- Aquele que você não entende.
...
- Pior é quando o pinto diz que é doméstico, adora dar uma de americano e quando você vai conversar percebe que é grego, porque você tenta entender e não consegue!
- Hahaha!!!
...
- Amiga...
- Diga.
- Acho melhor a gente ir domesticar os nossos pintos...
- Hum, Miltinho! Traz a saideira e a conta, CORRENDO!
Piu-Piu!
MG
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
ONCE: Falling Slowly
"Ôla, que tal?!"
Patota, ô domingo com cara de domingo, hein? Chuva, frio, chocolate e small glass de portinho. E, amanhã, esteirinha (literalmente correr atrás do prejuízo).
Foi dia de desencavar a Trilha Sonora do "Once". Delícia de ouvir. Quem não viu o filme, digo que vale a pena. Muito bonitinho.
Nao tem sangue, nem tiro, nem suruba... Calma! O filme é bom mesmo assim! :-)
Segue uma prévia. No youtube existem vários vídeos.
Once é um musical irlandês (2007). É estrelado pelos músicos Glen Hansard ( do "The Frames" !!!) e Markéta Irglová (essa aí eu não conhecia, claro. É checa). E os dois compuseram e executaram todas (exceto uma) as canções originais do filme.
Resumo: Glen faz um músico que toca nas ruas para ganhar uns trocados. Eis que um dia a Checa ouve suas músicas, fica encantada e pimba! Não, eles não transam... Passam a compor músicas e a tocar juntos! ( ô cabeças poluídas!).
Vale a pena dar uma vasculhada no youtube para ouvir as músicas e se encantar com elas.
Acho que, as vezes, temos que desacelerar... Ver um filme leve, ouvir uma música light... E "Once", nesse quesito ganha vários pontos.
E a trilha sonora acalma qualquer alma aflita.
bjs
MG
sábado, 14 de agosto de 2010
LOUCA!*
Loucura:
sf (louco+ura2) 1 Estado de quem é louco. 2 Med Desarranjo mental que, sem a pessoa afetada estar ciente do seu estado, lhe modifica profundamente o comportamento e torna-a irresponsável; demência; psicose. 3 Ato próprio de louco. 4 Insensatez. 5 Aventura insensata. 6 Grande extravagância. 7 fam Alegria extrema, diabrura: Loucuras das crianças. 8 fam Propensão excessiva; mania: Loucura pelo futebol. 9 fam Despesa desproporcionada. Antôn (acepção 4): siso. (Dicionário Michaelis)
Responda rápido: Você se acha louco?
Hein?!
É rápido!
Se parou para pensar 5 segundos é porque tem dúvidas
Mas isto não é caso de “bolinha”. Boa parte de nós em algum momento da vida, já fez tal indagação: “sou eu o louco, ou é o mundo que não está girando, e sim pirando?”
Tem gente que por passar por esta dúvida resolve tirar a prova a limpo. E para isso precisa de ajuda de um especialista. Um psiquiatra. Hoje em dia a coisa mais normal do mundo são pessoas irem a psiquiatras...
Acreditou?...
Bom, tentei.
Enfim...
Margarete passava por um momento muito difícil. Sua vida parecia um trem da Super Via descarrilado. Imagina o povo lá dentro tentando se ajeitar. Imaginou? Deu nervoso? Então, sua vida estava assim.
Em um dado momento optou por se consultar com um psiquiatra. Parecia até uma atitude drástica demais, mas era disso que ela estava precisando.
Ela não tinha indicação alguma. E era um pouco difícil abordar o assunto com as pessoas, imagina:
"- Oi, tudo bem? Você tem algum psiquiatra para me indicar?"
Depois de certa procura agendou uma consulta com uma Médica, Dra. Cacilda:
“Din-don”
Eis que a porta é aberta por uma mulher bem pequena, de voz impostada, magrinha e de óculos, que parecia ter acabado de tirar "bobs" dos cabelos. A pequena Dra. era um misto de playmobil com Farah Fawcett (fui longe agora).
A pequena Dra. pediu para Margô aguardar um pouco, pois estava com paciente dentro da sala.
Depois de alguns minutos, terminou a tal consulta e a médica levou a outra paciente até a porta de saída:
- Nos vemos mês que vem, então. No entanto, até lá será que a Sra. poderia me receitar algo mais para eu relaxar?
- Minha filha, não precisa, com esses remédios que te receitei você vai flutuar. Até o mês que vem.
Aquele comentário, não desceu bem...
“Hum, abstraio o que ouvi ou saio correndo?”
Mas não teve tempo de decidir. A pequena Dra. se dirigiu a Margô e pediu para que ela entrasse na sala.
- Vamos lá, vamos lá. Primeiro precisamos fazer uma ficha, sabe, ficha?
- Sim
- Pois bem, me dê sua carteira e identidade.
- Pois não.
A pequena Farah Fawcett sentou na frente da mesa, que tinha duas pilhas de documentos, uma de cada lado, e, bem a sua frente, um bloco de fichas.
Margô notou que ela começou a procurar algo...
A pequena Dra. ia para a pilha da direita, e ia para a esquerda. Voltava pra direita, e de novo pra esquerda...
“Ela está muito preocupada com o que procura. Será que se me levantar e sair de fininho vai notar minha falta. Melhor, será que ela já notou a minha presença?”
Até que achou o que estava procurando tanto: o tal bloco de fichas... Que estava bem na sua frente...
Depois, a pequena Dra, sacou da gaveta um papel bem dobrado e começou a desdobrá-lo: uma vez, duas vezes, três vezes... Até que o papel, de tão grande, tomou conta da mesa toda. Aquilo era na verdade um modelo de ficha que ela usava para cadastrar seus pacientes. Ela copiava tudo que estava ali e colocava na ficha.
“Minha nossa, quantos graus de miopia ela deve ter?!”
Margô, coitada, não sabia se ria, ou se chorava. Estava claro que a coitada da pequena Dra. era mais louca que Margô.
A Dra. começou a preencher a ficha da Margô, que continuava ali, ao menos de corpo, porque sua alma já tinha picado a mula há muito tempo.
- Então, vamos lá. Qual é o seu problema
“se eu soubesse o meu problema não estaria aqui.”
- Sabe o que é Dra. estou passando um momento difícil, cheia de dúvidas, minha autoestima não está das melhores, e meu namoro também não vai indo bem.
- A solução é jogar um balde de água fria! Balde de água fria! E sair fora! Sair fora!
- A Sra. acha?
- Sim acho! Olha o que vocês devem é fazer uma terapia de casal, “casal”. Terapia de casal, “casal”...
“ Ué, não era pra jogar um balde? Agora é terapia? E como se pede para um namorado fazer terapia de casal?!”
- ... porque os dois têm um problema em comum. Conheço um lugar em Botafogo, que tem uns profissionais ótimos, fica ali, na, na, como chega ali? Sabe ali, na, na... Ali é Botafogo ou Flamengo? Ali, naquela rua, na, na... Você faz um balão, sabe? E chega ali, é rapidinho...
“Então tá, a psiquiatra é louca e precisa de um GPS urgentemente.”
Margô fingia entender, até para que a pequena Dra. não ficasse tão perdida em Botafogo, coitada.
- Sei onde é sim...
- Ali na... na... na...
- Entendi...
- Você faz um balão, e é rapidinho!
- Sim, entendi...
- Entendeu? É fácil, É só pegar a rua... rua..., ali é Botafogo ou Flamengo?
- E vou fazer isso mesmo, Dra. vou procurar uma terapia de casal, “casal”, e acho que será melhor, “melhor” para a gente, “gente”.
- É do contrário, é balde de água fria.
- Ah é, já entendi...
- Mas enfim, qual o remédio que você quer tomar?
- Hein?!...
*Notas da louca da redação:
1 – Este texto é mera ficção;
2 – Mas suas personagens “podem” existir;
3 – Aliás, pode ser você, se cuida, “tô” de olho.
4 – Nada contra psiquiatras! A história foi passada assim, fazer o quê...
5 – Se a carapuça servir, use-a e seja feliz!
MG
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Vidente
Vidente
adj m+f (lat vidente) 1 Diz-se da pessoa que faz uso da vista (em oposição ao cego). 2 Que profetiza. 3 Diz-se de pessoa que tem, segundo acreditam muitos, a faculdade de visão sobrenatural de cenas futuras ou de cenas que se estão passando em lugares onde esta pessoa não está presente. s m+f 1 Pessoa que tem essa faculdade. 2 Pessoa que profetiza; profeta. 3 Pessoa perspicaz. 4 Pessoa que faz uso da vista.*
Dou uma panela de brigadeiro para aquela que disser nunca ter procurado um vidente? Qualquer tipo que seja!
Convenhamos, quem nunca procurou uma mãe de santo um dia? Uma cartomante?
Num momento de total perdição MG foi com uma amiga num vidente que jogava búzios.
Ô conchinhas loucas!
Pois bem, o tal vidente tinha “sede” numa casa toda pintada de branco e azul. Parecia um aquário. Assim que chegaram, um secretário do “Pai José” pediu que esperassem. Depois de alguns minutos saiu da sala de consultas uma mulher aos prantos.
- Nossa, ou o passado dela não foi bom e ela nem sabia, ou o futuro está pior ainda!
- É, cada um com seus problemas, não é amiga?!
Até que chamaram a primeira vítima, Marie. Ainda bem que na ocasião ela não estava com muitos parafusos fora do lugar. Mas alguns estavam bem frouxos.
Marie saiu bem calma da vidência.
Agora era hora da Luiza. Essa vou te falar...
- Pois não irmã, no que posso te ajudar?
- Pai José, tenho dúvidas em relação a algumas pessoas, sabe. Falo de relacionamentos. Creio que tenho sido enganada e não quero continuar sendo!
- Pois não, minha irmã. Vamos jogar os búzios, que sabem de tudo e nunca mentem. Diga-me, qual o nome da pessoa que está te angustiando?
- Ah, sim. Bom o primeiro é o Marcos...
E num piscar de olhos, Luiza sacou da bolsa uma lista com mais de 20 nomes de homens...
- Irmã, veja bem, temos que pedir aos búzios orientações palpáveis. Você precisa nos dizer qual desses homens você realmente deseja que seja o seu. Assim, poderemos pedir orientação espiritual!
- Mas Pai José, este é o problema! Veja só. O Marcos, por exemplo, ele é um gato, nossa é muito bom naquilo, sabe, só que é muito malandrinho para o meu gosto, mas eu o adoro!
- O Luiz tem namorada, mas sei que ele me ama muito! Depois do seu aniversário ele irá terminar com a namorada, já me disse, mas não tenho certeza. Ele disse isso no Natal do ano retrasado... E também não me disse em que aniversário fará isso...
- O Vitor é um problema... A gente se adora! Mas a mãe do Vitor, minha futura sogra, não gosta muito de mim. Receio que o motivo seja porque antes eu namorava o Vagner, irmão do Vitor. Mas poxa, não tem nada a ver. A gente não manda no coração, não é?
- Tem o Geraldo, meu supervisor. Me prometeu um cargo altíssimo! Sabe que até acredito nele?
...
E a lista de Luiza era interminável, assim como as histórias, cada uma mais louca que a outra!
- Irmã, receio que se eu jogar os búzios eles simplesmente sairão correndo! Afinal de contas você não está ajudando muito seu destino! Olhe quantas estradas diante de você! O mínimo que pode ocorrer é você realmente ficar perdida. E esses homens, coitados, também!
- Mas Pai José, é que gosto tanto deles! Cada um tem algo interessante, sabe, nossa fico nervosa só de lembrar deles!
- Filha, você precisa de um banho gelado... Melhor vou te passar um banho gelado com muita camomila, erva cidreira e sal grosso. Nada de canela, catuaba, porque disso você não está precisando.
- Mas Pai José, joga um búzio só!
- Não.
- Só um...
- Não.
- “Unzinho”! Prometo que escolho de olhos fechados o nome do cara.
- Menina, se acalme. Não vou jogar!
- Então eu jogo! - Luiza esticou-se sobre a mesa, que quase caiu, derrubou a bengala do pai de santo e ficou debruçada ali em cima de figas, contas e cartas, numa tentativa desesperada de arrancar os búzios das mãos de Pai José.
- “Ih, má’’ de jeito nenhum! Os santos caçarão minha licença!
- Licença?! Como consigo uma licença dessas?!
...
(* Dicionário Michaelis)
domingo, 8 de agosto de 2010
Dia dos pais!
Bom dia, patota!
Domingão!
“Solzão”!
Dia do “paizão”!
Bom pra tomar um “cervejão”!
Pegar um “tumultão” no “restaurantezão”!
Mas tá tudo “bão”!
Afinal, é o “paizão” que vai pagar o “contão”! hihihi
Feliz Dia dos Pais para os pais, avós, avós que são pais, mães que são pais, etc!
Aproveite a data para dizer o quanto você gosta dele! Abrace, beije!
Sei que muitos não terão essa possibilidade, por diversos motivos.
Nesses casos, faça uma boa oração para ele. Lembre dos momentos bons que tiveram.
Na hora dessa lembrança você, sem notar, terá um sorriso no rosto.
E aí, pensará, “valeu a pena”! Obrigado!
Pai lembra origem, raiz.
Se a sua raiz estiver “doentinha”, adube-a. Você verá como isso te deixará feliz!
Pai te amo “muitão”!
Você é meu “heroizão”!
Beijão!
MG
sábado, 7 de agosto de 2010
Apresentação
"Ôla" que tal!
Boa noite. Melhor, boa madrugada!
Como estão? Como têm passado? Tem tempo, não? Estava com saudades! Tomara que seja recíproco!
Para quem não está entendendo bulhufas, explicarei:
Tudo começou há uns 6,7 anos.
Surgiu um concurso literário do Jornal "O Globo". Me empolguei e comecei a redigir um conto. Só que, para quem não sabe, essa tipo literário é curto, uma história rápida com personagens bem definidos, etc... Pra resumir: desisti do concurso pois meu conto tinha virado praticamente uma bíblia. Uma situação narrada puxava outra, que puxava outra, que criava um personagem, e outro, e outro. Enfim, adeus conto.
Mas essa experiência com o texto, com o fato de colocar no papel (melhor, no HD) ideias, pensamentos, ou criar histórias, me fascinou, me conquistou.
E o bom do lance do concurso foi que, para participar, os candidatos deveriam criar pseudônimos. E eu criei um: Marie Grace!
Porque? Bom, é bem simples. Queria um pseudônimo que tivesse algo em comum comigo e com diversas mulheres. A palavra "comum" me levou ao nome Maria, que é forte, lindo e comum. Mas só Maria não me satisfez. Queria algo que tivesse graça, pois na vida tem que haver graça. E foi automático: Maria da Graça.
A versão em inglês foi só para fazer "graça"..srsrs. Mas me conquistou.
E MG (como carinhosamente apelidei) fez muita graça durante algum tempo. Ô se fez! Escreveu por aí sobre muitas coisas, em geral sobre o universo feminino. Muita gente por aí se achou "a" MG. Afinal de contas mulher muda de endereço, muda de "rotulo", mas no fundo são todas beeeeeem parecidinhas...Complicadas e parecidinhas...rs
Agora, percebam bem, que me refiro à MG na terceira pessoa. E é isso mesmo! Ela é praticamente uma entidade. Ela baixa em mim, sabe? "Eh umm eh umm"...
MG um dia pode ter 15 anos, no outro 35. Pode ser um homem em um post em outro uma mulher. pode até ser você! Cuidado!!!
E, mais cuidado ainda, pois, pode haver uma MG dentro de ti!
Pois bem, essa é, digamos, a origem disso tudo aqui. Algo que começou há 7 anos e que agora, vai se saber porquê, está sendo retomado.
Espero que gostem, espero que curtam.
Beijocas
Feu
Ops! Quer dizer,
MG
"Eh umm, eh umm...."
Boa noite. Melhor, boa madrugada!
Como estão? Como têm passado? Tem tempo, não? Estava com saudades! Tomara que seja recíproco!
Para quem não está entendendo bulhufas, explicarei:
Tudo começou há uns 6,7 anos.
Surgiu um concurso literário do Jornal "O Globo". Me empolguei e comecei a redigir um conto. Só que, para quem não sabe, essa tipo literário é curto, uma história rápida com personagens bem definidos, etc... Pra resumir: desisti do concurso pois meu conto tinha virado praticamente uma bíblia. Uma situação narrada puxava outra, que puxava outra, que criava um personagem, e outro, e outro. Enfim, adeus conto.
Mas essa experiência com o texto, com o fato de colocar no papel (melhor, no HD) ideias, pensamentos, ou criar histórias, me fascinou, me conquistou.
E o bom do lance do concurso foi que, para participar, os candidatos deveriam criar pseudônimos. E eu criei um: Marie Grace!
Porque? Bom, é bem simples. Queria um pseudônimo que tivesse algo em comum comigo e com diversas mulheres. A palavra "comum" me levou ao nome Maria, que é forte, lindo e comum. Mas só Maria não me satisfez. Queria algo que tivesse graça, pois na vida tem que haver graça. E foi automático: Maria da Graça.
A versão em inglês foi só para fazer "graça"..srsrs. Mas me conquistou.
E MG (como carinhosamente apelidei) fez muita graça durante algum tempo. Ô se fez! Escreveu por aí sobre muitas coisas, em geral sobre o universo feminino. Muita gente por aí se achou "a" MG. Afinal de contas mulher muda de endereço, muda de "rotulo", mas no fundo são todas beeeeeem parecidinhas...Complicadas e parecidinhas...rs
Agora, percebam bem, que me refiro à MG na terceira pessoa. E é isso mesmo! Ela é praticamente uma entidade. Ela baixa em mim, sabe? "Eh umm eh umm"...
MG um dia pode ter 15 anos, no outro 35. Pode ser um homem em um post em outro uma mulher. pode até ser você! Cuidado!!!
E, mais cuidado ainda, pois, pode haver uma MG dentro de ti!
Pois bem, essa é, digamos, a origem disso tudo aqui. Algo que começou há 7 anos e que agora, vai se saber porquê, está sendo retomado.
Espero que gostem, espero que curtam.
Beijocas
Feu
Ops! Quer dizer,
MG
"Eh umm, eh umm...."
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